Tudo aquilo que me disseste, as coisas bonitas; e os elogios? De nada serviram. Foi tudo ilusão; uma mentira. Os olhares que trocávamos e os sorrisos que me deixavam sem respiração, que tanto me iludiram; todo o esforço que fiz para me manter por perto, a luta que dei para não te perder... de nada serviu.
Eu pensei que irias ser tu aquela pessoa; aquela que me iria dar a mão quando mais precisasse, aquela que me iria fazer rir e que me iria limpar as lágrimas; tanto as de tristeza como as de alegria.
Eu cheguei a pensar que tinhamos uma história, que estavamos destinados. As coicidências, a tua voz a ecoar na minha cabeça, o teu nome por todo o lado. Iludi-me ao pensar que tudo iria ser maravilhoso, que iria-mos ficar juntos. Porque tudo o que eu mais queria eras tu; porque é que és o único que não entende isso?
Quem me dera que as coisas tivessem sido diferentes, queria poder voltar atrás. Queria que todos os dias fossem como aquele dia. Aquela segunda-feira.
Mas eu não te posso obrigar a sentir o mesmo; forçar-te a sentires o que eu estou a sentir agora, e toda esta dor dentro de mim. Queria que soubesses como me sinto e o quando me estás a magoar por dentro. Tu e o teu sorriso maravilhoso, a melhor combinação. Sabem sempre como me dar a volta, porque quando sorris para mim todo o mundo pára à nossa volta e ficamos só nós dois. É como por magia. E os momentos em que o teu sorriso não é para mim, são os momentos em que sinto mais a tua falta.
Só que eu percebi que fiz tudo o que podia para que resultá-se; fiz o que estava a meu alcance. Mas tu tens de seguir o teu caminho, e esse caminho não é o meu.
Tenho esperança que um dia venhas a entender, e nesse dia talvez já seja tarde de mais para tu e o teu cavalo branco me resgatarem.
Talvez.